Venda da empresa, do preparo ao fechamento
Capital de giro e dívida líquida no fechamento
O preço raramente muda pelo múltiplo. Muda pelo capital de giro normalizado e pelo que entra na dívida líquida.
Capital de giro e dívida líquida são as duas contas que transformam enterprise value em dinheiro recebido pelo sócio. A primeira define quanto de caixa a operação precisa para rodar normalizada. A segunda é dedução direta do valor. Interessam a qualquer vendedor, porque incidem depois de o múltiplo já estar acordado na mesa.
A disputa está na definição. O peg de capital de giro sai de uma curva mensal longa o bastante para capturar sazonalidade, e não do saldo do último balanço. Na dívida líquida, a lista de debt-like items é o que muda o resultado: parcelamentos fiscais, passivos trabalhistas, dívidas com partes relacionadas, adiantamentos de clientes e arrendamentos.
A MERC monta a curva mensal, testa mediana e média móvel, expurga saldos atípicos e propõe o peg com memória de cálculo. Na dívida líquida, mapeia item a item o que é obrigação financeira e o que é operacional, documenta a classificação e prepara o vendedor para defender cada linha quando o comprador reabrir a lista.
O que examinamos
- Curva mensal de capital de giro com leitura de sazonalidade
- Proposta de peg por mediana ou média móvel
- Expurgo de saldos atípicos e reclassificações justificadas
- Mapeamento item a item dos debt-like items
- Tratamento de arrendamentos sob CPC 06 (R2) e IFRS 16
- Memória de cálculo defensável linha a linha
- Norma aplicável
- Definições contratuais de working capital peg e de dívida líquida, com CPC 06 (R2) e IFRS 16 para arrendamentos.
- Entregável
- Peg de capital de giro e lista de dívida líquida com memória de cálculo pronta para o SPA.
