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Mercado de M&A no Brasil
O padrão brasileiro mudou: menos operações, cheques maiores e diligência que decide a tese, não apenas confirma.
O mercado brasileiro de fusões e aquisições passou por mudança de composição: caiu o número de operações anunciadas e subiu o valor agregado. O capital se concentrou em ativos estratégicos, com lógica industrial defensável, e o filtro de entrada ficou mais duro. Interessa a quem está em pipeline de venda, em consolidação ou estruturando joint venture.
A consequência prática é a concentração de risco. Em um ciclo de muitas transações pequenas, o erro de avaliação se dilui na carteira. Em poucas transações grandes, o mesmo erro compromete a tese inteira. Por isso a diligência deixou de ser checagem confirmatória de fim de processo e virou o instrumento que sustenta ou derruba o preço.
A MERC lê esse padrão pelo lado da preparação. Valuation com drivers explícitos e sensibilidade, múltiplos com comparáveis de fato comparáveis, ponte explícita de enterprise value a equity value e escopo de diligência que já inclui as frentes não financeiras que hoje viram preço: tecnologia, dados, cibersegurança e pacote regulatório.
O que examinamos
- Leitura de comparáveis reais do subsetor do ativo
- Ponte explícita de enterprise value para equity value
- Escopo de diligência multidisciplinar, além do financeiro
- Cenários de transição tributária no modelo do deal
- Segregação contábil de unidade de negócio antes do deal
- Cláusulas de ajuste compatíveis com o cronograma do deal
- Norma aplicável
- CPC 15 e IFRS 3, CPC 04 (R1) e IAS 38 e CPC 01 para impairment, com diligência multidisciplinar como metodologia.
- Entregável
- Leitura de mercado aplicada ao ativo, com valuation e escopo de diligência calibrados ao padrão atual.
