Consultoria de negócio e performance
ROI da consultoria e do projeto
Retorno de consultoria se mede com linha de base congelada, hipótese de ganho escrita e prazo de captura combinado.
ROI de projeto de consultoria é conta, não é impressão. A conta exige quatro definições feitas antes do início: a linha de base, a hipótese de ganho, o prazo de captura e o perímetro do que entra e do que fica fora do cálculo. Sem isso, a discussão no fim do projeto vira disputa de narrativa entre quem contratou e quem executou.
A armadilha está no perímetro. Ganho que veio de preço de mercado, de câmbio, de contrato já assinado antes do projeto ou de corte que a empresa faria de qualquer jeito não é ganho do projeto. O custo também precisa ser inteiro: honorário, horas do time interno, sistema, treinamento e implantação. Payback só é honesto quando as duas pontas usam a mesma régua.
A MERC congela a linha de base no mês zero, sobre o indicador escolhido pelo cliente: margem, ciclo financeiro, custo financeiro, conversão comercial ou qualidade do fechamento. A hipótese de ganho é escrita com a mecânica que a produz. A medição compara realizado contra base em janelas combinadas, separando o efeito atribuível do que veio de fora. A MERC não promete percentual de retorno.
O que examinamos
- Linha de base congelada no mês zero, com fonte rastreável
- Hipótese de ganho escrita com a mecânica que a produz
- Prazo de captura por iniciativa, não média do projeto
- Perímetro explícito do que entra e do que fica fora
- Custo total: honorário, horas internas, sistema e implantação
- Efeito atribuível separado de preço, câmbio e mercado
- Revisão periódica do realizado contra a hipótese original
- Norma aplicável
- Metodologia de medição: linha de base congelada, atribuição por iniciativa e payback calculado sobre o custo total do projeto. O compromisso é com método e entregável, não com resultado de mercado.
- Entregável
- Memória de cálculo do retorno, com linha de base, hipótese, realizado por iniciativa e custo total do projeto.
