Due diligence
Due diligence em startup
Em startup não há histórico auditado para validar: valida-se a métrica, a coorte e o cap table.
Due diligence em startup serve ao investidor que entra em rodada e ao comprador estratégico que adquire tecnologia e time. O histórico é curto e nem sempre auditado, então o exame se desloca para métrica operacional, unit economics, estrutura societária e proteção da propriedade intelectual. O estágio da rodada define a profundidade do trabalho.
O erro recorrente é aceitar a métrica do painel sem reconciliá-la com a contabilidade. Receita recorrente reportada que não bate com a receita registrada, receita de implantação contada como recorrente, coorte que melhora porque o cliente ruim saiu da base: cada um infla o número que vai receber múltiplo na rodada.
A MERC reconcilia métrica com contabilidade antes de discutir valuation. Reconstruímos coortes de retenção, custo de aquisição e payback a partir do dado bruto, testamos a integração dos três demonstrativos do modelo, verificamos cap table, vesting e titularidade da propriedade intelectual, e apontamos o que precisa virar condição ou marco no contrato.
O que examinamos
- Receita recorrente reconciliada com a contabilidade da empresa
- Coortes de retenção reconstruídas a partir do dado bruto
- Custo de aquisição, payback e queima de caixa
- Integração dos três demonstrativos e premissas do modelo
- Cap table, vesting e opções prometidas fora do contrato
- Titularidade de marca, software e código desenvolvido
- Norma aplicável
- Metodologia: reconciliação das métricas operacionais com a contabilidade e modelo integrado de resultado, balanço e caixa.
- Entregável
- Um relatório de diligência com métricas reconciliadas, riscos societários mapeados e recomendações para o contrato da rodada.
