Captação e estrutura de capital
Rodada de equity e entrada de investidor
Rodada de equity se decide no modelo: direcionadores, cenários e premissas documentadas que o investidor consegue reconstruir.
Rodada de equity é a captação por emissão de participação societária. Diferente de dívida, não tem vencimento nem exige garantia, mas custa participação e governança, e é irreversível: o sócio que entra permanece. Atende empresa em crescimento que precisa financiar expansão cujo retorno não cabe no prazo e no custo de uma operação de crédito.
O investidor de equity não compra o número final, compra o plano que leva até ele. Por isso o cenário base precisa ser aquilo que os sócios se comprometem a entregar, com o otimista mostrando potencial e o pessimista mostrando queda controlada. Dois pontos derrubam rodada: premissa sem base de cálculo, respondida com impressão pessoal, e necessidade de caixa não evidenciada, quando o plano queima por mais tempo do que o caixa disponível sustenta.
A MERC constrói o modelo dirigido por direcionadores da operação, documenta cada premissa com base de cálculo e justificativa e evidencia a necessidade de caixa mês a mês até a próxima rodada. Trabalhamos o cálculo de diluição em cada estrutura proposta e preparamos a empresa para a diligência, com a base contábil testada antes de ser apresentada.
O que examinamos
- Modelo dirigido por direcionadores, com três cenários coerentes
- Base de cálculo e justificativa documentadas por premissa
- Necessidade de caixa evidenciada até a próxima rodada
- Cálculo de diluição em cada estrutura de aporte proposta
- Separação entre receita recorrente e receita de projeto
- Preparação da base contábil para a diligência do investidor
- Norma aplicável
- Metodologia de modelagem integrada com cenários obrigatórios; acordo de investimento e acordo de sócios definem diluição, direitos e governança.
- Entregável
- Modelo aberto em planilha com cenários, cálculo de diluição, memorando de premissas e material de apresentação ao investidor.
