Consultoria regulatória: Banco Central, CVM, SUSEP e ANS
Consultoria de controles internos para instituições financeiras
Também procurado como: Controles internos em instituições financeiras · Resolução 4.968 · controles internos Banco Central
Sistema de controles internos desenhado para o porte e o risco da instituição, com responsáveis claros, testes documentados e relatório que resiste à leitura do supervisor e do auditor.
A consultoria de controles internos para instituições financeiras ajuda bancos, cooperativas, financeiras, sociedades de crédito, corretoras e distribuidoras a estruturar ou revisar o sistema exigido pela Resolução CMN 4.968/2021. A norma pede um sistema de controles compatível com a natureza, o porte, a complexidade e o perfil de risco da instituição, e atribui responsabilidade direta ao conselho e à diretoria. O problema que o serviço resolve é a distância entre o controle descrito e o controle executado. Muitas instituições têm matrizes de risco extensas, mas não conseguem mostrar quem executou o controle, quando, com qual evidência e o que aconteceu quando ele falhou. Sem essa prova, o sistema existe no papel e não sustenta a avaliação da auditoria interna, da auditoria independente nem da supervisão do Banco Central.
O ponto técnico central é a ligação entre risco e controle. Cada processo relevante precisa de riscos identificados, controles desenhados para mitigá-los e testes que confirmem que funcionam. A segregação de funções, os acessos a sistemas e as alçadas de aprovação pesam tanto quanto os controles manuais. O segundo ponto é a governança: papéis da primeira, da segunda e da terceira linha definidos sem sobreposição, e reporte periódico aos órgãos de administração. O terceiro é o relatório de controles internos, que precisa trazer deficiências, planos de ação e acompanhamento, e não só descrição de processos. Os erros mais comuns são matriz copiada de outra instituição, controle sem dono, teste feito pela mesma área que executa e deficiência registrada sem prazo nem responsável pela correção.
A MERC começa pelo mapa de processos e pelo inventário de riscos, e confronta esse mapa com a matriz de controles vigente. Avalia o desenho de cada controle relevante, testa a execução por amostra e verifica a segregação de funções e os acessos aos sistemas críticos. Revisa a estrutura de governança, os papéis das três linhas e o fluxo de reporte ao conselho e à diretoria. Depois revisa o relatório de controles internos e o processo de acompanhamento das deficiências. O resultado é um relatório com deficiências classificadas por gravidade, recomendações de desenho e plano de ação com responsáveis. A MERC não presta esse serviço para instituição que ela audita, porque desenhar o controle e depois auditá-lo compromete a independência.
O que examinamos
- Mapa de processos e inventário de riscos relevantes
- Desenho e execução dos controles-chave por amostra
- Segregação de funções, alçadas e acessos a sistemas
- Papéis das três linhas e reporte à administração
- Conteúdo e qualidade do relatório de controles internos
- Acompanhamento das deficiências e dos planos de ação
- Norma aplicável
- Resolução CMN 4.968/2021, que trata dos sistemas de controles internos das instituições autorizadas pelo Banco Central. O COSO Internal Control, Integrated Framework (2013) e o Modelo das Três Linhas do IIA servem de referência metodológica.
- Entregável
- Relatório de avaliação do sistema de controles internos, com deficiências classificadas por gravidade, recomendações de desenho e plano de ação com responsáveis.
